A Fotodepilação tem Efeitos Secundários?

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Fotodepilação: conheça os efeitos secundários.

Para quem pocura um método de depilação permanente, no mercado existem duas técnicas interessantes, a fotodepilação a luz pulsada e a depilação a laser. A escolha entre estes dois métodos pode ser dificil, no entanto, depois de se analisar um pouco mais profundamente cada um dos meios de depilação a decisão simplifica-se.

Na verdade no momento em que se decide optar por um método de depilação definitiva a atenção da maioria das pessoas recai sobretudo sobre as contraindicações e efeitos secundários.

A depilação a laser pode ser considerada mais invasiva e com maiores riscos em comparação com a fotodepilação a luz pulsada, que surge no mercado como uma alternativa, apresentando um leque pequeno de efeitos secundários. De qualquer modo, o procedimento simples que utiliza a luz pulsada para atingir o foliculo piloso e diminuir gradualmente o pêlo, não é razão para isentar este método da ocorrência de reações da pele à sua ação.

Conheça os efeitos secundários mais comuns!

No grupo de pessoas sem qualquer situação de saúde impeditiva, podem registar-se em situações pontuais a ocorrência de irritação, dor, inchaço, aparecimento de vermilhão e pequenas feridas, no entanto, todos este efeitos são leves e facilmente tratáveis.

Existem alguns sintomas menos frequentes neste método de depilação!

A fotodepilação pode levar a ocorrência de efeitos secundários ainda que muito raramente, o aparecimento de bolhas que indicam a existência de queimaduras, e nestes casos é aconselhável contactar um médico e seguir as suas indicações de tratamento.

Um fator, igualmente raro, mas com alguns registo de ocorrência, e que pode suscitar alguma estranheza, é o aumento temporário da quantidade de pêlo, porém na maioria dos casos este factor é reversível ocorrendo uma diminuição progressiva nas sessões seguintes.

Como efeitos menos frequentes existe ainda a consideradar a fotofobia (a sensação de sensibilidade a qualquer tipo de luz), o surgimentos de erosões e crostas e foliculite (a inflamação do folículo capilar). É também possivel verificar-se um aumento ou diminuição da pigmentação da pele, formalmente conhecido como hipo ou hipercromia.

Como se pode concluir os efeitos secundários da fotodepilação são raros e pouco complexo, e verifica-se que são ainda mais diminutos quando se conhecem e não se contrariam as containdicações deste método de depilação. Se analisarmos a situação de cada paciente, conseguir-se-á adequar o método as especificidades de cada um e evitar os efeitos secundários.

Conhecer as containdicações prevene efeitos secundários!

De modo a prevenir efeitos secundários é importante ter em conta as contraindicações deste método de depilação, assim é essencial recordar que a fotodepilação é contra indicado para pessoas em tratamentos com derrivados de ácido retanóico, pessoas com problemas de coagulação sanguinea, situações de infecção aguda ou febre e diabetes descontrolados. É proibido a pacientes com situações crónicas de pele, doenças em fase aguda, doenças infecciosas, diabetes, doenças do coração e tumores. Esta não é igualmente aconselhável a pessoas com varizes, transtornos mentais e grávidas ou durante tratamentos feitos à base de medicamentos que favorecem o aumento da fotossensibilidade.

É importante encontra um técnico de confiança!

Passada esta primeira etapa e caso não se registe nenhum aspeto que possa ser impeditivo para a submissão a este tipo de método depilatório, a próxima etapa é procurar um técnico de confiança que possua formação e competências para aplicar a fotodepilação. A aplicação da fotodepilação a luz pulsada, ou da depilação a laser exige um completo conhecimento das múltiplas funções e características da pele e do crescimento do pêlo. Percebendo todo o seu processo de desenvolvimento pode-se aplicar corretamente a luz pulsada e eliminar o seu crescimento definitivo, em total segurança.

Um outro modo de prevenir é seguir o procedimento à risca!

Depois é necessário seguir todos os procedimentos estabelecidos para antes e após cada sessão de fotodepilação, prevenindo uma vez mais a ocorrência de eventuais efeitos secundários. Cerca de 72 horas antes de cada sessão de depilação a luz pulsada a exposição ao sol é proibida, assim como a utilização de pinça ou cera para arrancar o pêlo, pelo menos um mês antes de primeira sessão. Entre as sessões seguintes apenas se poderá usar a gilete para rapar os pêlos caso seja necessário, sendo o ideial que este seja rapado no início do cada tratamento. É importante que a pele não revele qualquer lesão, alergia ou acne em fase ativa, devendo o paciente interromper qualquer tratamento com ácidos pelo menos 72 horas antes de iniciar a fotodepilação.

Se os procedimentos que antecedem a sessão são importantes os que se seguem têm igualmente valor, assim após cada sessão de tratamento deve-se aplicar um creme com propriedades calmante e posteriormente um bom hidratante. Deve igualmente evitar a exposição direta ao sol sem proteção solar, principalmente, se houver vermelhidão na área tratada. Sendo que nesta questão da protecção solar são válidas as regras comuns de uso de protector e não exposição ao sol no horário em que a sua incidência tenha maior intensidade. É também importante não práticar exercício físico intenso, uma vez que a elevação da transpiração pode irritar as zonas depiladas.

Agora que conhece os efeitos secundários possiveis pode confirmar que a fotodepilação é um método seguro e de confiança, apresentando efeitos secundário relativos que podem ser controlados e evitados cumprindo todas as contraindicações e procedimentos estudados para o sucesso deste tratamento.

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By | 2017-03-29T21:07:10+00:00 Março 18th, 2014|Blog|

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