Cavitação – Contra-Indicações e Efeitos Secundários

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A cavitação surge no mercado como uma vantajosa alternativa à lipoaspiração tradicional no processo de remoção de gordura localizada. A acumulação de células adiposas (células onde se acumulam as gorduras) é já um problema bastante comum atualmente, sendo alvo de estudo a forma mais eficaz para a eliminar.

Contra-Indicações

Este tratamento tem efetivamente inúmeras vantagens, no entanto, apresenta algumas contraindicações que se devem ter em conta. Um dos primeiros entraves está relacionado com o local em que se pretende eliminar a gordura acumulada, uma vez que esta técnica é contra-indicada para lábios, rosto, zonas de mucosas, na zona correspondente ao coração, pescoço e seios, ou áreas do corpo que se encontrem com varizes ou feridas ativas.

Para além das referidas situações não é recomendável a pessoas que revelem problemas de pele, urticária, psoríase, situações de cancro, que sejam portadores de próteses metálicas ou pacemaker e a grávidas. Estão ainda impedidos de usufruir desta técnica portadores de diabetes, pessoas com triglicéridos elevados, hipertensão, lúpus e mulheres com dispositivos intra-uterinos. Para além das contra-indicações já referidas, a cavitação também é proibida a pessoas que estejam a efetuar tratamento à base de anti-inflamatórios, antibióticos ou anticoagulantes.

É muito importante que o paciente informe o profissional em causa se tiver problemas de hipertensão ou de tiroide, pois dependendo da gravidade da situação esta técnica pode ser prejudicial.

Efeitos Secundários

À partida a cavitação é considerada uma técnica eficaz e segura e não manifestará efeitos secundários relevantes, no entanto, os seus efeitos colaterais nos tecidos poderão ser muitas vezes imprevisível e de difícil controlo.

Se esta técnica não for aplicada dentro das normas de segurança e boa execução ela pode efetivamente ter alguns efeitos secundários, podendo gerar pequenos hematomas na área tratada, danos a nível dos ovários e tiroide (quando aplicada perto destes órgãos) e marcas na pele ainda que de um modo temporário. Daí a necessidade extrema do paciente se informar sobre as habilitações profissionais do técnico que lhe aplicará o tratamento, assim como de partilhar com o mesmo todas as situações de saúde que apresente, mesmo as que sejam consideradas irrelevantes.

A cavitação é segura!

Neste momento o uso da cavitação de uma forma desregular e sem os cuidados necessários é alvo de análise e até de crítica pois a rotura das ligações moleculares provocadas pelos ultra-sons levam à formação de radicais livres altamente reativos, sendo passível de promover efeitos prejudiciais nos tecidos vivos. De todo o modo, se esta técnica for aplicada corretamente e se forem seguidas todas as indicações de comportamento antes e após cada sessão, o risco de ocorrência de efeitos secundários relevantes é mínimo.

Se realmente deseja remodelar o seu corpo, opte por avaliar a sua situação de saúde, se não se verificar a existência de qualquer situação impeditiva procure um centro de estética que conheça e onde confie na competência dos técnicos que lá trabalham. Deste modo, certamente obterá os efeitos esperados sem arriscar efeitos secundários.

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By | 2017-05-25T23:05:17+00:00 Fevereiro 4th, 2015|Blog|